
A PlayArte Filmes, distribuidora de “Os Três Mosqueteiros” no Brasil, exibiu para a imprensa 25 minutos do filme. Pelas cenas apresentadas é possível perceber que a produção dirigida por Paul W.S. Anderson (“Resident Evil 4”) quer arrebanhar os mesmos espectadores que lotaram salas de cinema para assistir aos filmes da franquia “Piratas do Caribe”. A mistura de sequências de ação com falas bem-humoradas lembram momentos do Capitão Sparrow.
Se o gênero e o tom não forem suficientes para convencer os fãs de “Piratas” a apostar na nova franquia, há navios voadores que reforçam as semelhanças entre os títulos. Batalhas navais e até pulos entre embarcações esperam animar o público jovem.
Como no livro de Alexandres Dumas, a história é centrada em D’Artagnan, um jovem que se junta a mosqueteiros para garantir a paz na França absolutista. Logan Lerman (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios”) foi escalado para viver o esquentado guerreiro.

Longe de ter um Johnny Depp em cena, “Os Três Mosqueteiros” abusa dos efeitos 3D que saltam da tela. Projéteis, chamas e golpes de espada são planejados para deixar o espectador inquieto na poltrona.
Quem teve experiências negativas com esse tipo de projeção em filmes como “As Viagens de Gulliver”, o próprio trailer de “Os Três Mosqueteiros” faz questão de apaziguar (com um anúncio em letras garrafais) a ira de quem foi enganado pelos ingressos mais caros. A produção foi gravada com câmeras 3D para garantir efeitos convincentes.
Tamanho investimento em tecnologia pode parecer inconsistente com o pôster com ares retrô de “Os Três Mosqueteiros”. A arte concebida como uma pintura faz sentido quando as primeiras cenas, que apresentam os personagens do filme, são mostradas.

“Os Três Mosqueteiros” está programado para estrear em 14 de outubro no Brasil.
Fonte:UOL
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