terça-feira, 15 de março de 2011

Rua Augusta

Ela se chamava Maria Augusta em 1875, porém foi tirado o Maria e permaneceu como Augusta logo após o seu segundo ano de vida. No início ainda nas escuras pelo fato da luz elétrica apenas chegar à rua em 1891, só passava pequenos bondes puxados por burros.
Os anos 60’s e 70's representaram para os jovens paulistanos o glamour e diversão. Com a criação de inúmeras galerias e centros comerciais. A galera desfilava com seus carrões turbinados e suas motos envenenadas a procura da discoteca ideal para curtir seus ‘embalos do sábado à noite’.

Augusta Atual
Glamour, comidinhas baratas, cerveja, sujeira, pessoas de todos os tipos, baladas, botecos, grafittis, “inferninhos”. Bem-vindo(a) à Rua Augusta. Tudo isso e mais um pouco você encontra lá, principalmente à noite

Augusta - Jardins
a variedade de restaurantes não deixa a desejar: vegetarianos, massas, self-service por quilo, cafés, lanchonetes, pizzarias, chocolaterias (entre elas Cacau Show e a clássica Kopenhagen) e inclua aí também a
“lanchopperia” Augusta’s (ou Vereda’s, seu antigo nome), na esquina com a Alameda Jaú. Além do bom atendimento dos funcionários, o que chama atenção no cardápio do simples lugar é o pouco conhecido sururu. A dúvida pairou no ar: “O que é esse tal de sururu? Que nome mais esquisito é esse?”. Eles respondem: “sururu é o que todo mundo chama de marisco. É só mais um jeito de dizer”. Olha só, até mariscada a Augusta tem.
Voltando um pouquinho mais para baixo, exatamente no número 2931 da rua, O Pedaço da Pizza parecia a solução de todos os problemas – quando se está com aquela fome lá em cima mencionada. Abra a porta, sinta o delicioso cheiro de pizza no forno à lenha e olhe, não, admire as apetitosas rodas enormes dos 14 sabores oferecidos pela casa. É simples: você escolhe qual delas você quer, o pizzaiolo corta o generoso pedaço, esquenta no forno e você decide se come lá ou leva para casa.


Augusta - Centro
Seguindo em frente, depois de cruzar a Avenida Paulista - essa que funciona como uma divisora de águas, literalmente -, descemos no sentido Centro, esse sim badaladíssimo à noite. Tanto é o movimento, que a calçada é onde tudo acontece, ainda mais quando o assunto é “botecagem”. Sentar, tomar uma cerveja, conversar com os amigos e pagar pouco. Essa é a alma do negócio na Rua Augusta.
Nesse lado mais quente, pessoas de todas as tribos e estilos vão de um lado para o outro.
Se a maioria pensa que a Augusta é o reduto do rock em São Paulo, acertou. Mas amplie essa idéia: no Bossa Nova (quase auto-explicativo), além de oferecer comidinhas saudáveis e leves, o café-bar tem em seu som ambiente clássicos do gênero. Segundo o barman, o pai da dona era músico dedicado ao estilo e ela o homenageou com o nome. Há quem diga que às terças e quartas, o lugar é fielmente freqüentado pelo público GLS.
Agora optamos pelo mexicano Tolloco’s que, por sinal, sempre lotado. A comida é boa, o problema é que para sentar, é preciso esperar um pouquinho ou então dar a sorte. O ambiente é pequeno, mas pela quantidade de pessoas loucas por um burrito ou qualquer coisa com guacamole, vale o esforço.
Se enganam todos que pensam que a Rua Augusta é só um centro de prostíbulos e prostitutas. Não posso negar que entre uma balada e outra tem um puteiro aqui e outro acolá. Situada em uma travessa da Av. Paulista, a “Augusta” sempre foi conhecida como ponto de encontro de prostitutas e travestis.
Hoje a RUA está bem diferente e abriga o melhor ponto de baladas alternativas de São Paulo. Tem baladas para todos os gostos e estilos, desde a pizzaria Vitrine que hoje é o “point” dos indies, até o Inferno que é uma balada bem eclética com decoração “Glam”.
É incrível a diversidade. Conforme vamos descendo a rua, vemos travestis se arrumando em salões de beleza que ficam abertos 24 horas, galera alternativa indo para o clube Vegas, a galera hardcore adentrando na Outs, os moradores mais antigos degustando um cafezinho em uma lanchonete – que segundo algumas revistas, tem a melhor coxinha de Sampa – e até os universitários mais “descoladinhos” indo para o Sarajevo, que é uma balada mega alternativa que recebe uma galera da classe alta a média baixa em uma casa velha com prateleiras cheias de livros e um ambiente esfumaçado.
Embora não frequente muito a Rua Augusta , é um lugar que recomendo para Paulistas e para galera de outras cidades , se o que você tiver atrás é diversão. Bares , casas de shows e esse tipo de coisa para todos os gostos , muita gente , imagino eu que o único lugar de São Paulo que tem trânsito a madrugada toda nos fins de semana.
E se você estiver procurando um nível melhor , que duvido que alguém desse nivel leia o blog , hehe vá para o lado da Augusta no Jardins .
Fica a dica.
Beeeeijos C

Fontes : Wikipédia , Oba-Oba e Diário de Solteiro.
[ps:não jac o SP não é o melhor time do mundo]

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